Se você está pesquisando agentes de IA mais avançados do que um chatbot comum, provavelmente já encontrou dois nomes: OpenClaw e Hermes Agent.
Os dois prometem algo parecido em alto nível: um agente capaz de lembrar informações, executar tarefas, conversar por canais como Telegram ou WhatsApp e usar ferramentas externas. Mas, na prática, eles foram criados com prioridades bem diferentes.
O OpenClaw é mais forte como assistente pessoal multicanal. Ele foi pensado para rodar nos seus dispositivos, conectar diferentes canais de conversa e executar tarefas reais com permissões, memória, skills e automações.
O Hermes Agent, por outro lado, aposta mais em aprendizado contínuo. Ele foi criado pela Nous Research e tem como diferencial a ideia de um agente que melhora com o uso.
A comparação entre os dois não deve partir da pergunta “qual é melhor?”. A pergunta mais interessante é: qual deles combina melhor com o tipo de agente que você quer construir?
Neste artigo, você vai entender o que é OpenClaw, o que é Hermes Agent, como os dois funcionam, quais são os pontos fortes de cada um e em quais cenários cada ferramenta faz mais sentido.
O que é OpenClaw?
OpenClaw é um assistente pessoal de IA open-source que você roda nos seus próprios dispositivos. A proposta dele é permitir que você converse com um agente por canais que já usa no dia a dia, como WhatsApp, Telegram, Discord, Slack, Google Chat, Signal, iMessage, Microsoft Teams e outros.
Na prática, o OpenClaw funciona como uma camada entre o modelo de IA e o ambiente real do usuário.
Ele não é apenas uma interface para conversar com uma LLM. O objetivo é dar ao agente uma estrutura mais completa para agir: memória, identidade, canais, permissões, skills, automações e acesso a ferramentas.
A peça central dessa arquitetura é o Gateway. Ele funciona como o componente que organiza as conexões entre canais, agentes, skills, sessões e ferramentas. É por meio dele que o OpenClaw consegue manter um assistente sempre disponível e acessível por diferentes plataformas.
Isso torna o OpenClaw interessante para quem quer criar um agente pessoal ou profissional que responda no celular, execute tarefas recorrentes e mantenha contexto entre sessões.
Alguns exemplos de uso:
- Criar um assistente pessoal no Telegram;
- Conectar um agente ao WhatsApp;
- Automatizar lembretes, resumos e tarefas recorrentes;
- Organizar informações em memória persistente;
- Usar skills para expandir as capacidades do agente;
- Criar agentes com comportamentos diferentes para contextos diferentes;
- Conectar o agente a ferramentas externas.
O OpenClaw faz mais sentido quando você quer transformar uma IA em um assistente operacional, acessível pelos canais que você já usa.
O que é Hermes Agent?
Hermes Agent é um agente de IA open-source criado pela Nous Research. A proposta dele é diferente da do OpenClaw: em vez de focar principalmente em canais e controle multicanal, ele se apresenta como um agente que aprende com o uso.
O Hermes Agent trabalha com memória persistente, criação de skills, automações agendadas, subagentes e suporte a diferentes modelos. Ele pode ser usado pela linha de comando, por aplicativo desktop e por canais de mensagem como Telegram, Discord, Slack, WhatsApp, Signal, e-mail e outros.
O ponto mais importante é o loop de aprendizado. A ideia é que o agente registre aprendizados úteis, crie procedimentos reutilizáveis e melhore a execução de tarefas recorrentes ao longo do tempo.
Em vez de depender apenas de skills instaladas manualmente, o Hermes tenta transformar padrões de uso em capacidades reaproveitáveis. Isso faz diferença em fluxos repetitivos, como relatórios, pesquisas recorrentes, monitoramento, pipelines de conteúdo e tarefas agendadas.
Outro diferencial é a flexibilidade de execução. O Hermes pode rodar em diferentes ambientes, como máquina local, VPS, Docker, SSH, Modal, Daytona e outros backends. Isso facilita o uso em automações que precisam continuar rodando mesmo quando o computador pessoal não está ligado.
Alguns exemplos de uso:
- Criar briefings diários automáticos;
- Rodar relatórios recorrentes;
- Executar tarefas em background;
- Trabalhar com subagentes em paralelo;
- Criar skills a partir de tarefas repetidas;
- Usar modelos diferentes conforme a necessidade;
- Conectar ferramentas externas via MCP;
- Manter um agente rodando em uma VPS barata.
O Hermes Agent faz mais sentido quando o objetivo é construir um agente que execute rotinas recorrentes, aprenda com o uso e rode em ambientes mais flexíveis.
Hermes Agent
A principal diferença entre OpenClaw e Hermes Agent
A diferença central entre OpenClaw e Hermes Agent está na filosofia de cada ferramenta.
O OpenClaw é mais próximo de um control plane para assistentes pessoais. Ele organiza canais, agentes, permissões, skills, memória e interações. Sua força está em permitir que você tenha um agente acessível por várias plataformas e com uma estrutura clara de controle.
O Hermes Agent é mais próximo de um runtime de automação com aprendizado contínuo. Sua força está na capacidade de executar tarefas recorrentes, criar skills a partir da experiência e rodar em diferentes ambientes sem ficar preso ao computador local.
Em outras palavras:
- OpenClaw é melhor quando você quer um assistente pessoal multicanal.
- Hermes Agent é melhor quando você quer automações recorrentes que melhoram com o tempo.
Essa diferença muda quase tudo: arquitetura, memória, experiência de uso, deploy, segurança e tipo de tarefa ideal.
Arquitetura: Gateway no OpenClaw, loop de aprendizado no Hermes
O OpenClaw gira em torno do Gateway. Esse componente gerencia conexões, canais, sessões, agentes, skills e permissões. É ele que permite criar um assistente acessível por diferentes canais e organizar múltiplos agentes dentro de uma mesma estrutura.
Na prática, isso significa que você pode configurar diferentes agentes com personalidades, arquivos, canais e permissões próprias. Cada agente pode ter seu próprio contexto e ser conectado a contas ou canais específicos.
Por exemplo: um agente para tarefas pessoais, outro para trabalho, outro para atendimento, outro para pesquisa. Cada um pode ter configurações diferentes.
Já o Hermes Agent parte de outra lógica. Ele trabalha com um agente principal que pode delegar tarefas para subagentes isolados. Esses subagentes podem executar partes de um trabalho, retornar o resultado e encerrar sua participação.
Isso é útil quando uma tarefa pode ser dividida em partes paralelas. Um subagente pode pesquisar, outro pode resumir, outro pode revisar, outro pode executar código. Cada um trabalha em um contexto separado, evitando que a conversa principal fique poluída com excesso de detalhes.
A diferença prática é esta:
- OpenClaw favorece agentes persistentes e organizados por canais, identidades e permissões.
- Hermes favorece execução flexível, subagentes temporários e automações que aprendem com repetição.
Se você quer organizar vários agentes permanentes, o OpenClaw tende a ser mais natural. Se você quer delegar tarefas temporárias e recorrentes, o Hermes tende a ser mais confortável.
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Canais de mensagem: onde cada agente aparece
Um dos pontos fortes do OpenClaw é a integração com canais de mensagem. Ele foi pensado para responder onde o usuário já conversa.
A lista de canais suportados inclui plataformas como WhatsApp, Telegram, Slack, Discord, Google Chat, Signal, iMessage, IRC, Microsoft Teams, Matrix, Feishu, LINE, Mattermost, Twitch, Zalo, WeChat, QQ e outras.
Isso torna o OpenClaw interessante para criar um assistente que acompanha o usuário no dia a dia. Em vez de abrir uma interface específica, você conversa com ele pelo canal que já usa.
O Hermes Agent também suporta vários canais, incluindo CLI, Telegram, Discord, Slack, WhatsApp, Signal, Matrix, Mattermost, e-mail, SMS, Microsoft Teams, Google Chat e outros. A diferença é que, no Hermes, os canais parecem servir mais como superfícies de acesso ao agente. No OpenClaw, eles são uma parte central da proposta.
Portanto, se o seu objetivo é criar um agente com forte presença em canais de mensagem, o OpenClaw tende a ter uma proposta mais direta. Se o canal é apenas uma forma de acompanhar automações que rodam em background, o Hermes pode ser suficiente.
Memória: como OpenClaw e Hermes lembram das coisas
Um chatbot comum costuma esquecer o que aconteceu entre sessões. Já um agente mais avançado precisa lembrar preferências, projetos, decisões, instruções e informações recorrentes.
O OpenClaw trabalha com arquivos de memória, como MEMORY.md e arquivos diários em uma pasta memory/. Esses arquivos registram informações duráveis, preferências, decisões e observações. A vantagem dessa abordagem é a transparência: você pode abrir os arquivos, ler, editar e corrigir o que o agente sabe.
Além disso, o OpenClaw usa mecanismos de indexação e busca para recuperar informações relevantes. Isso ajuda o agente a encontrar contexto de sessões anteriores.
O ponto de atenção é que memória demais pode virar ruído. Se o agente começa a carregar contexto antigo ou irrelevante, a qualidade das respostas pode cair. Por isso, agentes com memória persistente precisam de curadoria.
O Hermes Agent também trabalha com memória persistente, mas a proposta é mais curada. Ele registra preferências, projetos, ambiente e aprendizados importantes. A ideia é manter uma memória útil, focada e atualizada, em vez de simplesmente acumular tudo.
Além disso, o Hermes enfatiza que o agente pode aprender com experiências anteriores e criar skills quando identifica padrões repetidos.
Em resumo:
- OpenClaw oferece memória transparente e editável, boa para quem quer controle manual.
- Hermes oferece memória curada e orientada a aprendizado, boa para quem quer melhoria gradual do agente.
Nenhuma abordagem é perfeita. Memória editável dá controle, mas exige manutenção. Memória curada reduz ruído, mas depende mais do julgamento do agente.
Skills: como os agentes ganham novas capacidades
Tanto OpenClaw quanto Hermes usam a ideia de skills. E caso você ainda não saiba as skills são instruções ou pacotes de capacidades que ensinam o agente a executar uma tarefa específica. Em vez de explicar tudo manualmente em cada conversa, você registra um procedimento reutilizável.
No OpenClaw, skills são uma parte importante do ecossistema. Elas vivem em diretórios com um arquivo SKILL.md, que contém instruções, descrição e critérios de uso. O agente carrega essas skills conforme o ambiente, a configuração e os requisitos disponíveis.
Isso permite criar ou instalar skills para tarefas como:
- Triagem de e-mails;
- Integração com ferramentas;
- Scraping;
- Automações locais;
- Organização de arquivos;
- Consulta a APIs;
- Workflows de produtividade.
O OpenClaw também conta com o ClawHub, um registro público de skills e plugins. Isso ajuda quem quer começar mais rápido usando capacidades prontas.
No Hermes, skills também são importantes, mas o foco está mais na criação e melhoria ao longo do tempo. A proposta é que o agente identifique tarefas repetidas e transforme padrões de execução em skills reutilizáveis.
Ou seja:
- OpenClaw tem um ecossistema mais orientado a skills instaláveis e controladas.
- Hermes aposta mais em skills que evoluem com o uso.
Na prática, o OpenClaw tende a ser melhor quando você quer instalar capacidades prontas. O Hermes tende a ser melhor quando você quer que o agente aprenda fluxos específicos da sua rotina.
Automação e tarefas recorrentes sobre Openclaw vs. Hermes Agent
OpenClaw e Hermes Agent podem automatizar tarefas, mas fazem isso de formas diferentes. No OpenClaw, a automação está muito ligada ao uso de skills, canais, permissões e ações executadas pelo agente. É uma boa opção para tarefas que precisam interagir com o usuário por mensagem e executar ações com aprovação ou controle.
Por exemplo:
- Receber uma mensagem no Telegram;
- Consultar uma informação;
- Executar uma skill;
- Responder ao usuário;
- Registrar algo na memória;
- Acionar uma tarefa externa.
No Hermes, a automação aparece de forma mais forte em tarefas recorrentes e agendadas. Ele tem suporte a cron e pode entregar relatórios, backups, auditorias e briefings de forma programada em diferentes plataformas. Isso torna o Hermes interessante para rotinas como:
- Briefing diário;
- Relatório semanal;
- Monitoramento de fontes;
- Coleta recorrente de dados;
- Geração de conteúdo;
- Pipelines de pesquisa;
- Tarefas em background.
A escolha depende do tipo de automação, por exemplo: se a automação depende de interação frequente por canais de mensagem, OpenClaw é mais interessante. Se a automação precisa rodar sozinha em horários definidos, Hermes pode ser mais adequado.
Automação tradicional vs. workflow: guia completo para 2026
Execução em background e deploy
O OpenClaw foi pensado para ser um assistente pessoal que roda nos próprios dispositivos do usuário. Ele funciona bem quando você quer algo local, próximo do ambiente pessoal e conectado a canais de mensagem.
A instalação envolve Node.js e o processo de onboarding configura o Gateway, autenticação, modelo e sessão inicial. Segundo a própria documentação, o setup inicial pode ser feito rapidamente.
O Hermes Agent, por sua vez, dá mais ênfase a rodar em diferentes ambientes. Ele pode funcionar no computador local, em uma VPS barata, em Docker, por SSH ou em backends como Modal e Daytona.
Isso é importante porque muitos agentes úteis precisam rodar mesmo quando seu notebook está fechado. Se o objetivo é criar uma automação recorrente e sempre ativa, rodar em VPS ou ambiente remoto pode ser melhor.
De forma prática:
- OpenClaw combina mais com assistente pessoal local e multicanal.
- Hermes combina mais com automações contínuas e ambientes remotos.
Flexibilidade de modelos do Openclaw e Hermes
Os dois frameworks permitem usar modelos diferentes, mas o Hermes se posiciona de forma mais explícita como agnóstico em relação ao modelo.
Ele pode trabalhar com Nous Portal, OpenRouter, OpenAI e endpoints compatíveis. A proposta é facilitar a troca de modelos sem prender o usuário a um único provedor.
O OpenClaw também pode usar provedores diferentes, como Anthropic, OpenAI, Google e outros, dependendo da configuração. Durante o onboarding, o usuário informa uma chave de API de algum provedor compatível.
A diferença está menos em “quem suporta mais modelos” e mais na experiência de troca. O Hermes foi desenhado com uma filosofia mais forte de roteamento e flexibilidade por ambiente. O OpenClaw parece mais voltado a manter um assistente estável com uma stack bem configurada.
Se você está testando muitos modelos, em locais ou via endpoints compatíveis com OpenAI, o Hermes pode ser mais confortável. Se você quer um assistente pronto e estável usando um provedor principal, o OpenClaw atende bem.
Segurança: o ponto que não dá para ignorar sobre os agentes
Agentes de IA que executam tarefas reais trazem um risco maior do que chatbots comuns. Quando um agente consegue ler arquivos, executar comandos, acessar canais de mensagem, instalar skills e interagir com ferramentas externas, ele também aumenta a superfície de ataque.
Esse cuidado é importante no OpenClaw, porque o ecossistema de skills é um dos seus grandes atrativos. Skills de terceiros podem ser úteis, mas também devem ser tratadas como código não confiável até prova em contrário.
Antes de instalar qualquer skill, é importante verificar:
- Quem publicou;
- Quais arquivos ela contém;
- Quais comandos executa;
- Quais permissões solicita;
- Se acessa credenciais, chaves ou arquivos sensíveis;
- Se há dependências externas suspeitas.
O mesmo vale para o Hermes. Mesmo que a proposta dele envolva aprendizado contínuo e criação de skills, isso exige confiança. Um agente que cria ou altera procedimentos sozinho precisa ser usado com supervisão, principalmente em ambientes profissionais.
Algumas boas práticas para os dois frameworks:
- Comece com tarefas de baixo risco;
- Use contas e chaves com permissões limitadas;
- Separe ambiente de teste e produção;
- Revise skills antes de usar;
- Evite dar acesso amplo ao sistema inteiro;
- Monitore logs e ações executadas;
- Mantenha backups;
- Use o princípio do menor privilégio.
A regra é simples: trate o agente como um funcionário júnior com acesso a ferramentas. Ele pode ajudar muito, mas não deve receber acesso irrestrito logo no primeiro dia.
Tabela comparativa: OpenClaw vs Hermes Agent
| Critério | OpenClaw | Hermes Agent |
|---|---|---|
| Proposta principal | Assistente pessoal multicanal | Agente com aprendizado contínuo |
| Arquitetura central | Gateway e controle de canais/agentes | Runtime com memória, skills e subagentes |
| Melhor caso de uso | Assistente pessoal acessível por WhatsApp, Telegram, Slack etc. | Automações recorrentes, tarefas em background e agentes que melhoram com o uso |
| Canais de mensagem | Muito forte; parte central da proposta | Também suporta vários canais, mas com foco maior em execução e automação |
| Memória | Arquivos editáveis e busca de contexto | Memória persistente e curada |
| Skills | Forte ecossistema e ClawHub | Criação e melhoria de skills com o uso |
| Subagentes | Foco maior em múltiplos agentes persistentes | Foco em subagentes isolados para tarefas paralelas |
| Deploy | Mais próximo do dispositivo do usuário e Gateway local | Mais flexível para VPS, Docker, SSH e serverless |
| Modelos | Suporte a diferentes provedores via configuração | Forte flexibilidade com múltiplos endpoints |
| Melhor para iniciantes | Melhor se o objetivo é montar um assistente pessoal | Melhor se o usuário já entende automações e quer experimentar workflows recorrentes |
| Ponto de atenção | Segurança de skills e gestão de permissões | Confiança no loop de aprendizado e supervisão das automações |
Quando escolher OpenClaw?
Escolha o OpenClaw se você quer criar um assistente pessoal ou profissional que converse com você pelos canais que já usa. Ele é uma boa escolha quando você precisa de:
- Integração forte com WhatsApp, Telegram, Slack, Discord e outros canais;
- Um agente pessoal sempre acessível;
- Controle por Gateway;
- Múltiplos agentes com identidades diferentes;
- Skills instaláveis;
- Memória editável;
- Automações conectadas ao seu fluxo de mensagens;
- Uma experiência mais próxima de “assistente pessoal com IA”.
O OpenClaw é para quem quer sair do uso passivo de ChatGPT ou Claude e começar a construir um agente que lembra contexto, executa ações e pode ser acessado pelo celular.
Também é uma boa porta de entrada para entender conceitos importantes de IA agêntica, como memória, tools, skills, canais, permissões e automações.
Quando escolher Hermes Agent?
Escolha o Hermes Agent se você quer um agente que rode tarefas recorrentes, aprenda com o uso e funcione bem em ambientes remotos. Ele é uma boa escolha quando você precisa de:
- Automações agendadas;
- Briefings recorrentes;
- Relatórios automáticos;
- Tarefas em background;
- Execução em VPS;
- Flexibilidade para trocar modelos;
- Subagentes para tarefas paralelas;
- Criação de skills a partir de padrões repetidos;
- Workflows que melhoram com o tempo.
O Hermes tende a agradar mais usuários técnicos que querem experimentar agentes mais autônomos e configuráveis. Ele também faz sentido para quem já tem alguma familiaridade com terminal, servidores, Docker, endpoints de modelos e automações mais longas.
OpenClaw ou Hermes Agent: qual vale mais a pena em 2026?
Em 2026, o OpenClaw parece a melhor escolha para quem quer construir um assistente pessoal multicanal e entender, na prática, como agentes de IA funcionam fora do navegador.
Ele é mais direto para criar um agente que conversa com você pelo Telegram, WhatsApp ou Discord, usa memória persistente, executa skills e organiza tarefas com uma lógica clara de canais e permissões.
O Hermes Agent é mais interessante para quem já quer experimentar automações mais autônomas, recorrentes e orientadas a aprendizado. Ele chama atenção pela proposta de melhorar com o uso, criar skills a partir da experiência e rodar em ambientes flexíveis.
A escolha, portanto, depende do objetivo:
- Para assistente pessoal multicanal, comece por OpenClaw;
- Para automações recorrentes com aprendizado contínuo, teste Hermes;
- Para projetos avançados, considere usar os dois em papéis diferentes.
Se você está começando agora, o OpenClaw tende a ser a escolha mais didática. Ele ajuda a entender os blocos fundamentais de um agente moderno: modelo, memória, workspace, canais, tools, skills e automações.
Depois disso, fica muito mais fácil entender frameworks mais experimentais ou avançados, como o Hermes.
Onde aprender OpenClaw do zero?
Se você quer aprender OpenClaw na prática, a Asimov Academy tem a Trilha Dominando OpenClaw.
Nela, você entende como o OpenClaw funciona de verdade: workspace, memória, canais, skills e automações. A ideia é sair do uso básico de IA no navegador e construir um agente capaz de lembrar contexto, responder por canais externos e executar tarefas com mais autonomia.
Ao longo da trilha, você aprende a instalar o OpenClaw, configurar o ambiente, conectar canais como Telegram e WhatsApp, entender a estrutura de memória do agente e criar skills para expandir suas capacidades.
É o tipo de conteúdo ideal para quem quer deixar de apenas usar IA e começar a construir agentes que realmente trabalham junto com você.
Se o seu objetivo é criar um assistente pessoal com IA, automatizar tarefas repetitivas ou entender como agentes modernos funcionam por dentro, a Trilha Dominando OpenClaw é um excelente ponto de partida.
Trilha Dominando Openclaw
Aprenda como o OpenClaw funciona de verdade. Workspace, memória, canais, skills e automações para transformar IA em agente que age, lembra e evolui. O OpenClaw é diferente: ele é uma arquitetura que envolve modelos de linguagem com memória real, identidade persistente e capacidade de executar ações no mundo real sozinho.
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